Como a análise foi feita
Cálculos independentes sobre dados do TSE. Escopo definido, filtros explícitos e resultados reproduzíveis.
1. Fixar a versão e conferir os arquivos
Usamos 28 ZIPs do segundo turno, geração em 26/10/2026 às 07:42:38. Os SHA-512 oficiais estão no manifesto. A conferência dos votos usa a exportação por seção gerada às 12:07:25.
2. Construir uma linha por seção
Filtramos segundo turno e cargo presidente. A chave é UF, município, zona e seção. Somamos os votos de cada candidato, brancos e nulos; comparecimento e biometria são contados uma vez, porque se repetem nas linhas dos candidatos. Ausência de linha para um candidato equivale a zero.
3. Conferir a aritmética e a reconciliação
Verificamos duplicações, metadados, comparecimento e aptos. Confrontamos cada uma das quatro categorias de votos nas 499.205 seções entre BWeb e votação por seção: nenhuma divergência.
4. Tornar o tempo explícito
Preservamos data, segundos e horários ausentes. Comparamos limites de segundos e de minutos, e convertemos horários locais para Brasília conforme UF e município. O exterior fica nos totais, mas fora da comparação temporal nacional. Encerramento, emissão e recebimento do BU são eventos distintos.
5. Comparar a geografia
Para seções encerradas a partir de 19h, construímos referências a partir das outras seções do mesmo município e, separadamente, do mesmo local de votação. Ponderamos a referência pelos votos válidos tardios. Publicamos a cobertura para evitar extrapolar subconjuntos.
6. Explicitar os testes e seus limites
Calculamos Pearson para as frações de falha biométrica e voto em Lula, com pesos e centralização geográfica. Verificamos unanimidade e o limite exato de 90%. A tabela de primeiros dígitos é descritiva: não convertemos desvios de Benford em probabilidade de fraude.
7. Permitir revisão
O pacote contém scripts em Python padrão, seis testes de método, tabelas e base derivada. Erros ou novos registros devem levar à revisão dos cálculos e da conclusão, mantendo visíveis versão e escopo.